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Os Mestres do Espírito são fortes e livres. Brincam, seriamente, com as estrelas. Ensinam a viver com gozo e compaixão. Contemplam o panorama da Terra e o cosmorama do Céu.

Sentem, por isso, a quintessência, a síntese mais elevada, ao mesmo tempo transcendente e imanente, de todas as felicidades e alegrias conhecidas. Sentem, igualmente, toda a dor do mundo; acodem-lhe mas não se prendem nela. Um turbilhão de conscientizações, uma equilibrada intensidade de vida, muito acima do que conheceis, caracterizam o seu trabalho, que é deleite…

(Excerto do livro Cintilações, do Centro Lusitano de Unificação Cultural)