REVISTA

Acerca da Revista Biosofia.

A Revista Biosofia foi considerada de interesse cultural pelo Ministério da Cultura, nomeadamente para efeitos da Lei do Mecenato (benefícios fiscais).
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Acerca da Revista Biosofia.

A Revista Biosofia foi considerada de interesse cultural pelo Ministério da Cultura, nomeadamente para efeitos da Lei do Mecenato (benefícios fiscais).
REVISTA BIOSOFIA

Considerada de interesse cultural.

A Revista Biosofia foi considerada de interesse cultural pelo Ministério da Cultura, nomeadamente para efeitos da Lei do Mecenato (benefícios fiscais).

A Biosofia tem distribuição nacional e está presente nos espaços habituais de venda de revistas, como, também, em lojas de produtos dietéticos, ervanárias, restaurantes vegetarianos e macrobióticos, etc. Tem igualmente distribuição gratuita para consultórios médicos e clínicas de exames auxiliares de diagnóstico (análises, radiologia, ecografias, etc.).

Em cada trimestre, apresentamos-lhe os melhores artigos sobre Esoterismo, Ciência, Diálogo entre a Ciência Esotérica e as Ciências Físicas, Astronomia, Astrologia, Psicologia, Sociologia, Filosofia, Pedagogia, Alimentação, Saúde, Ecologia, Música, Poesia, Literatura e Arte em Geral, Contos Infantis, Espaço Lusófono, Biografias, Intervenção Cívica, com apresentação de propostas no domínio social, económico, político e cultural, considerando sempre uma abordagem integral e abarcante do Homem e do Universo.

ÚLTIMO NÚMERO

BIOSOFIA Nº 47

Evidentemente, não há nenhum bloco monolítico a que se possa chamar “jovens” ou “juventude”. Para dizer a verdade, sempre considerei essa generalização simplista como algo irritante, e nunca me senti muito incluído no conceito, mesmo quando etariamente era nele abrangido.

No entanto, usemos agora a generalização, ainda que limitando-a aos países ditos “desenvolvidos” (sob critérios muito discutíveis, diga-se) e aos meios mais urbanos.

A condição envolvente desses “jovens” parece-nos denasiado pesada e deprimente. As obrigações escolares que recaem sobre eles representam uma carga violentíssima, escusada e absurda. A competição inicia-se cada vez mais cedo e é cada vez mais implacável: pelo acesso a instituições superiores de ensino, pelo acesso a empregos (num quadro de endeusamento do trabalho: quem não tiver um emprego não presta) e correspondentes remunerações, pela dura sobrevivência numa rede de deveres e exigências funcionais, tudo em nome do brilho falaz da produção e da competência. Alguns dos jovens aderem-lhe convictamente e tornam-se competidores ferozes e máquinas de estudo (forçado) e de trabalho restrito aos temas do sucesso profissional e brilho mundano; outros parecem já ter nascido velhos, de tão amorfos e conformados; outros tentam mas são derrotados e afundam-se em depressão e negativismo; outros, enfim, rebelam-se, e ficam em zonas de marginalidade relativamente autocontrolada, tendente a modos de vida alternativo.

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